Swift

Eu não Estou Lá ...




Hi Pessoas! 
Ontem eu estava no salão, fazendo minhas unhas do pé, e enquanto isso, assistia o Video Show, e lá, mostraram programa do Jô, onde ele começo homenageando Domingos Montagner recitando o poema da Americana Mary Elizabeth Frye. 
Eu, fiquei chocada. Não era uma super fã dele, mas não sei, fiquei chocada.
Por isso compartilho com vocês esse lindo poema que o Jô recitou.

Não Chorem a Beira do meu tumulo,
Eu não estou lá ... 
Estou no soprar dos ventos,
Nas Tempestades de verão,
E nos chuviscos suaves da primavera.
Eu sou a Pressa inquieta dos ruídos da cidade,
E o silencio das madrugadas.
Não chorem a beira do meu tumulo,
Eu não estou lá...
Estou no brilho das estrelas perfurado a noite,
E no cantar alegre dos pássaros.
Não...Não Chorem triste a beira do meu tumulo,
Eu não estou lá... Eu não morri.
Eu sou a vida incessante e livre que corre nas águas do rio.

Em Alguns site vi o pouco diferente, e achei interessante como ela criou esse poema.

Mary Elizabeth Frye não era poeta, era florista. O que acaba resultando na mesma arte de cultivar beleza. Ela vivia em Ohio, Estados Unidos, e se compadeceu da dor de uma jovem judia cuja mãe estava muito doente, na Alemanha. A jovem, Margaret, havia sido advertida a não voltar à Alemanha naqueles tempos duros de antissemitismo. Quando sua mãe morreu, a jovem disse a Elizabeth: “Nunca tive a chance de chorar no túmulo da minha mãe.” Elizabeth pegou então o papel que tinha em mãos, escreveu este poema e a entregou.







Fonte: Google imagens, wikipedia.

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1 onda de diversão

  1. Uaaaaaaau! Por isso admiramos seu blog, você vai a fundo!
    Amamos conhecer sobre como surgiu esse poema!!!
    Show de post princesa! Beijinhos!
    Blog Princesas do Rei

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